
Continuando a saga das Capas AlternativasA ideia inicial era ter uma capa seletiva, especial e limitada, em momentos cruciais. Algumas foram realmente concebidas assim, outras tiveram uma razão peculiar. Acompanhe nosso segundo capítulo sobre capas alternativas na PLAYBOY Brasil.
Novo milênio e a primeira edição tinha que ser especial, a deusa Vera Fischer voltava a posar para a revista quase dezoito anos depois. O ensaio, especialíssimo, produzido em Paris e fotografado por Bob Wolfenson foi um sucesso de críticas e vendas. A editora presenteou os anunciantes da revista com uma capa exclusiva em preto e branco - a primeira no Brasil - e com o logo dourado, artigo de luxo e sonho de consumo entre os leitores.

Já em 2001 não foi tão fácil para a PLAYBOY, apesar de a revista vender como água todos os meses. Associações de enfermeiras entraram com processo contra a Editora Abril proibindo a publicação de imagens sensuais da Enfermeira do Funk em suas revistas masculinas. A VIP chegou a distribuir a revista e uma liminar acabou acatando à solicitação das enfermeiras e as revistas foram tiradas de circulação. Com a PLAYBOY quase ocorreu o mesmo. A capa já estava pronta para agrupar ao restante da publicação, com a liminar ela teve que ser reimpressa e o ensaio foi todo modificado, nada que fazia alusão á enfermeiras podia passar. Surgia a Proibida do Funk, Ariane Latuf aderiu à nova personagem. A dúvida que não quer calar: será que alguém guardou alguma?
Ainda em 2001, Papai Noel foi generoso. Luize Altenhofen e Scheila Carvalho foram o presente de natal que os leitores receberam. Luize foi capa principal no Sul e Sudeste e Scheila no restante do Brasil. Mas a edição vinha com as duas, uma surpresa ao virar a primeira página. As fotos não eram inéditas e os ensaios foram requentados, mas os leitores não reclamaram muito.
Prestes a completar 30 anos, pela primeira vez na história da publicação, chega às bancas e para os assinantes uma edição extra em julho de 2005. Não era uma edição especial, era realmente uma edição regular com ensaios, entrevista, pôster central. Um mês com duas PLAYBOYs. Uma capa trazia a então apresentadora do SporTV, Diana Bouth e na segunda, Keyla Polizello, campeã brasileira de Prova de Três Tambores. Em novembro do ano seguinte acontecia a mesma coisa: uma edição estrelada por Danielle Sobreira , a gatinha assistente do apresentador Gugu no Domingo Legal e outra pelas sereias do SuperSurf, Ana Paula Leme e Carol Sica.Em 2007 fomos surpreendidos com duas extras. Os assinantes receberam um anúncio de uma marca de celulares que mostrava uma capa na diagonal com a estrela da edição, Bárbara Paz com a capa regular também diferente de tudo que já foi visto. E no natal um presentaço: uma capa de corpo e uma de close do rostinho lindo da atriz Juliana Knust.
Depois de um hiato de quase três anos, eis que recebemos três opções na edição de 35 anos, todas com Cléo Pires, uma delas com capa dura e logo dourado, especialíssima com apenas 100 exemplares, disputados à tapa pelos colecionadores.
Os três meses meses seguintes com Larissa Riquelme, Nicole Bahls, Fani e Nathália do BBB tambem vinham com uma opção diferente para a venda no varejo.
Vera, Bárbara, Juliana em dobro, Cléo multiplicada por três, duas sereias de presente, uma enfermeira proibida e outros presentes maravilhosos que a PLAYBOY levou às bancas. Você conhecia todas? Algumas a gente descobriu à pouco e já estamos trazendo para vocês, já outras a gente encontrava em todas as bancas. E não para por aí, muitas gatas vieram ainda em dobro e até mesmo em triplo para você decidir qual levar pra casa e houve até edição com uma garota em cada capa.
É muita capa e muita mulher, pelo visto teremos assunto para um terceiro post. Aguardem!

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